domingo, 16 de abril de 2017

Páscoa na Escola





A escola Madre Teresa realizou na ultima quarta-feira dia doze de abril um Auto de Páscoa que contou com a colaboração de todos os alunos para a montagem de uma mesa com os símbolos pascais. A turma do 1°ano também realizou uma apresentação para a comunidade presente.

                                                                                  Feliz Páscoa !!!





segunda-feira, 3 de abril de 2017

Conhecendo a sala e a turma do 1° ano



A turma do 1° ano da Escola  Municipal Madre Teresa possui 22 alunos, sendo 13 meninas e 9 meninos. Os alunos são bem agitados e  conversam o tempo todo, mas também fazem muitas perguntas referentes as questões da aula. Os alunos são bem dependentes da professora e pedem para que ela olhe os seus cadernos, eles sentem-se inseguros se a professora não revisa o caderno. Os alunos sentam em fileiras. A sala é muito pequena para a quantidade de alunos e o espaço entre a filas é restrito. No fundo da sala tem uma prateleira com jogos e livros didáticos e ao lado uma mesa com o cantinho da leitura,dois banheiros e uma pia com dois lavatórios e um ar condicionado. A sala é compartilhada com outra turma no turno da manhã, sendo assim cada professora possui o seu armário.






Conforme Jolibert (2006), o espaço da sala de aula deve ser uma ambiente agradável e estimulante para a aprendizagem dos alunos, por isso precisa ser organizada de acordo com o espaço disponível, mas de forma que contemple as necessidade da turma.
Quanto aos recursos pedagógicos, há na sala dois tipos diferentes de alfabetos, um deles tem os quatro tipos de letras com imagem e a palavra em letra bastão e cursiva. No outro alfabeto consta apenas a letra em formato bastão com a imagem e a palavra escrita em letra bastão.






Além dos alfabetos, junto a parede, há também um cartaz com as famílias silábicas do “A ou Z”, consta a família silábica da terminação “ÃO”, mas não inclui as letras “K,W e Y”. Na mesma parede está disposto um painel com os combinados da turma, um semáforo do comportamento e um varal com plaquinhas de numerais de zero a nove. 







Nessas plaquinhas consta o número e desenhos representando as quantidades. Jolibert (2006,p.23) destacam a importância de uma “[...]sala de aula onde as paredes são espaços funcionais a serviço da expressão e das aprendizagens, sempre em curso de evolução e transformação.” É de extrema importância que as paredes da sala também tenha espaço destinado para produções dos alunos, servindo de mural para a exposição das produções dos alunos.
Numa das aulas observadas, a professora iniciou a aula apresentando algumas letras do alfabeto. Nesse dia já estavam na letra “M”  e ela explorou até a letra “Z”. Durante a escrita das letras no quadro, a professora ensinou o movimento que os alunos deveriam fazer para escrever cada letra bastão e também ensinou o som que cada letra faz ao ser oralizada. Durante a escrita das palavras no quadro, a professora mostrou as duas palavras que tinha nos dois alfabetos da sala e depois perguntou para os alunos que outra palavra poderia ser escrita com cada uma das letras. Após apresentar as letras a professora entregou uma atividade com o pontilhado para sublinhar a letra A.
Em relação a merenda escolar, é servida no corredor e os alunos comem na sala. Antes da merenda todos os alunos lavam as mãos e fazem um agradecimento. Após a merenda, a professora canta para acalmar os alunos.


Referências
JOLIBERT, Josette. Além dos muros da escola. Porto Alegre: Artmed, 2006.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Alfabetização, Letramento e Cultura Escrita


Conceitos Alfabetização, Letramento e Cultura Escrita

Alfabetização
Alfabetização é o processo em que a criança passa para a aquisição e aprendizagem da leitura e da escrita. Ferreiro apud (2006) define a alfabetização como sendo uma trama de práticas voltadas a leitura e a escrita e afirma que essa não é uma tarefa para a criança cumprir em uma ano, mas ao longo da escolaridade, para que possa ler e escrever.  Piccolli e Camini (2012) destacam que os trabalhos ligados a alfabetização da leitura e da escrita ultrapassam os anos iniciais e que são responsabilidade dos professores de todas as áreas do  conhecimento.

Letramento
Podemos considerar letradas todas as pessoas que tem contato com o letramento no seu dia a dia, sendo ela alfabetizada ou não. De acordo com Piccolli e Camini (2012) o letramento envolve as funções da língua escrita e o impacto na vida social de todos os sujeitos, dessa forma o letramento ultrapassa a perspectiva escolar, pois o letramento faz parte dos espaços os quais os sujeitos circulam.

Cultura Escrita
A cultura escrita está no cotidiano de todos nós, são os materiais que constituem o mundo letrado. A criança que tem acesso a esses materiais escritos já está inserida nessa cultura escrita, mesmo que ela ainda não seja alfabetizada. ela
Diante das leituras é possível constatar que os termos alfabetização e letramento devem andar juntos e se complementarem para que se tenha uma aprendizagem com sentido. Para alfabetizar na perspectiva do letramento é preciso que os professores façam um planejamento diferenciado propiciando diversos gêneros para que a criança descubra o mundo em sua volta e perceba a importância da aprendizagem da leitura e da escrita.

Referências

PICCOLI, Luciana; Camini, Patrícia. Práticas pedagógicas em ALFABETIZAÇÃO: espaço, tempo e corporeidade. Erechim: Edelbra, 2012.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

VI Encontro Nacional das Licenciaturas, V Seminário Nacional do PIBID, V Encontro Nacional de Coordenadores do PIBID e X Seminário Institucional PIBID\PUCPR



Enalic

Participei do evento Enalic que aconteceu  em Curitiba nos dias 14,15 e 16 de dezembro.  Durante o encontro apresentei meu trabalho intitulado como "INDÍCIOS DE NÃO APRENDIZAGEM DOS ALUNOS EM PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO", trabalho esse que foi realizado a partir de um estudo bibliográfico.

O encontro teve o propósito de dialogar sobre as diferentes vivências experienciadas no cotidiano escolar, considerando diferentes espaços e tempos da formação inicial e continuada de professores para a Educação Básica.


Durante esses três dias de evento também participei como ouvinte de diversas palestras, oficinas, rodas de conversa e no encerramento do encontro assistimos a uma conferencia com Antônio Nóvoa falando sobre "Espaços e tempos na formação de professores no Século do XXI".



Ouvir, refletir e aprender...


Objetivo Geral
Aprimorar a leitura e escrita por meio de atividades referente ao livro “E o dente ainda doía” de Ana Terra.

Objetivos Específicos
Ampliar a prática de leitura e escrita;
Criar hipóteses para formação de palavras e frases;
Escrever palavras e frases espontaneamente;
Ler palavras e frases.

1º momento: Contação de história “E o dente ainda doía”.

2º momento: Conversa com os alunos sobre o que eles compreenderam da história.

3º momento: Momento para os alunos recontarem a história oralmente acrescentando elementos e argumentando sobre eles.

4º momento: Conversa sobre as palavras que apareceram na história; em grupo criar uma listagem com as palavras selecionadas.

5º momento: Criação de uma frase de acordo com a história.


Após contar a história para os alunos do livro “E o dente ainda doía”, os próprios alunos começaram a conversa sobre o livro, eles mesmos foram tirando suas conclusões sobre a história e criando novas possibilidades para a dor de dente do jacaré, personagem principal do livro.
Foi solicitado que os alunos destacassem palavras do livro e com essas palavras criassem novas frases de acordo com a temática da história. As frases criadas foram registradas no caderno, alguns alunos criaram frases mais elaboradas e coerentes com a história. Outros optaram por frases mais curtinhas.
Mais uma vez foi possível perceber os níveis de escrita de cada aluno, durante suas produções, pois cada um escreve de acordo com suas possibilidades.
Quando solicitado para que os alunos lessem as frases em voz alta, alguns perceberam seus erros de ortografia, fazendo correções, dando sentido a frase.
Teve alguns alunos que mesmo realizando a leitura da sua frase não percebeu os próprios erros, mas quando questionados sobre a escrita das palavras, pensavam em novas hipóteses para tal palavra.
A leitura em voz alta tornou-se significativa no momento em que alguns alunos conseguiram refletir sobre o que escreveram, identificando os próprios erros. Para Ferreiro e Teberosky (1999), os alunos elaboram conhecimentos sobre a leitura e escrita, passando por diferentes hipóteses, baseando-se em conhecimentos prévios, assimilações e generalizações.
Os alunos criaram suas hipóteses espontâneas e provisórias até chegarem na escrita correta das palavras e formarem suas frases de forma coerente. Conforme Ferreiro e Teberosky (1999) todos os alunos passam pelos níveis da escrita, para que assim possa estruturar a escrita e se apropriar do sistema alfabético.


FERREIRO, Emília; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.










segunda-feira, 21 de novembro de 2016

I Encontro de Libras do Litoral Norte



No sábado dia 12 de novembro aconteceu na FACOS o I Encontro de Libras do Litoral Norte. O evento contou com a participação comunidade surda, alunos, colegas e comunidade.
Nós pibidianas do curso de Pedagogia também fomos prestigiar o evento e aprender um pouco mais sobre a cultura surda.

Durante todo o dia ouvimos muitos relatos que emocionaram, e nos fazem refletir sobre esses sujeitos que muitas vezes sofrem preconceito ou são excluídos da sociedade por não terem seus direitos garantidos.



quarta-feira, 9 de novembro de 2016

VII MOSTRA INTEGRADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA - FACOS/2016

            
              
             VII MOSTRA INTEGRADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA - FACOS


A VII Mostra Integrada de Iniciação Científica aconteceu na FACOS nos dias 24 e 25 de outubro.
Nos dois dias apresentei meu pôster da pesquisa bibliográfica que realizei em busca de indícios de não aprendizagem dos alunos.


"Quando alguns alunos não aprendem a ler e a escrever?”

E no segundo dia apresentei também uma comunicação oral do Projeto de Iniciação Cientifica da Facos, onde foi realizada uma pesquisa com a temática
”O fazer docente e o currículo: onde atuam e o que pensam as alunas egressas do curso de pedagogia da FACOS”.